Ahhh o amor...
tantas musicas por todo o mundo falando dele,
tantas pessoas que paradas na esquina ou correndo,
comentam sobre ele,
tantos livros que contam a historia do amor,
tantos loucos que tentam entende-lo.
Tantos anos de humanidade e ainda segue o amor,
o amor incondicional por um deus.
o amor pelo próximo,
pelo de antes,
pelo agora.
amor é uma loucura.
amor de doença,
amor de criança ou de velho,
amor de cuidar, de querer bem,
amor de gosto infinito,
amor de tesao,
de luxuria e sexo carnal.
amor.
amor, que loucura.
sexta-feira, fevereiro 20
sábado, fevereiro 14
Texo
Exatamente. Após mais de meio ano com um relacionamento real, firme, adorável. Já tenho minhas queixas a respeito da relação. A literal relação, a sexual mesmo.
O sexo desde sempre é extremamente machista e não temos como moderniza-lo sem tirar as mulheres para vadias. Pois é. Acontece que logo isso me preocupa. Quer dizer, agora nós somos viris, fortes, cheios de muitos fluídos que terminam em "terona" e nos dão tudo o que precisamos para fazer uma mulher feliz em qualquer cama. E até mesmo em mesas, tapetes, paredes, bancos, sofás, bidês, gramados, praças, elevadores, corredores, escadas, carros, postos, cassinos, praias, florestas, montanhas, chuveiros, banheiras, armários, cozinhas, salas, cantos entra muitos outros. Bom, o negócio é que me preocupo em relação as relações. No começo a coisa é mais um demonstrativo do que ela poderá ter, uma degustação do melhor prato. Como um vendedor dando a melhor dose de sua droga ao viciado, que deve ficar loucão com ela e delirar para depois voltar implorando por mais e receber uma dose misturada com qualquer coisa apenas para manter o vício.
Não, não quero depreciar meu sexo ao longo de uma relação, mas como tenho o maldito costume de sempre que possível começar uma boa relação, acho uma merda as vezes ter que manter o nível mesmo já estando sem vontade alguma. Quer dizer, eu sou homem, eu gosto de pegar, apalpar, amassar, morder etc. Não quer dizer que só pode fazer um pouco disso eu queira começar algo que deva terminar em grandes doses de gritos loucos, arranhões, e muito suor. As vezes é um carinho safado e nada mais, mas como explicar isso sem parecer que estou querendo deixá-la louca? Sem parecer que estou "judiando" dela? Quer dizer, sou homem, e como homem, o sexo, e bem, o homem e sexo e pá... não, tira a pá fora, põe o pinto, né? Está quase implícito na mente delas que somos sexo. Isso, nós SOMOS o sexo. Não podemos falhar, não podemos cometer erros na cama. Essa é a nossa saga. a missão do homem. Afinal, elas contam para as amigas, tudo, tenho certeza que contam. Não sei, nunca fiquei sabendo por outras, mas é de se supor. Mulheres são tão chegadas quanto os homens com amigos mais íntimos, se eu conto todas as asneiras possíveis, por que elas não contariam? A diferença é que elas fofocam muito mais, e isso da uma boa diferença, uma conta pra outra, que conta para a prima, para a cunhada, para a tia e bla bla bla... foi a reputação de um bom homem que naquele dia não estava disposto a se consentrar no "trabalho" que tinha pela frente (ou por trás, não sei... hehehhe).
Não, eu ainda não fui esse homem, estou escrevendo justamente por que tenho essa certa pressão em cima de mim (ui). Imagino que sim, ela, seja ela quem for (falo pro todos [suponho]), conte para suas amigas as coisas íntimas e algumas maldições que eventualmente podem nos ocorrer.
Tá, o negócio de contarem não é o ponto... eu tava viajando agora nas formas... essa coisa toda de sexo... sexo já é uma palavra machista. Acho que nenhuma palavra veio do latim, mas do mandarim. Mandarim, no começo, os simbolos era um desenho mais rápido e abstrado das coisas que eles representavam. Então por exemplo. Peito, temos o P que lembra claramente o busto de uma mulher normal visto de perfil. Bunda, de uma vista superior poderíamos supor que é o belíssimo traseiro de uma (olha que engraçado) Brasileira (sacou? haha!). Por tanto, sexo provavelmente é uma palavra inventada por um homem, que lembrou no S as curvas de uma mulher. Ao menos pra mim, o S foi ensinado sempre tendo a curva de cima pouco menor que a debaixo, lembraria bem a silhueta de uma mulher. Clari, se as curvas forem de tamanhos iguais, não sei se os peitos que são enormes ou os quadris minúsculos.
Se o sexo já tivesse sido pensado pelas mulheres, provávelmente seria Texo. O T como uma espada pronta para ser cravada. A rigidez implícita das curvas infinitas fazem do T um sinônimo de masculinidade, de virilidade e literalmente, dureza. Que mulher quer mais que isso?
O sexo desde sempre é extremamente machista e não temos como moderniza-lo sem tirar as mulheres para vadias. Pois é. Acontece que logo isso me preocupa. Quer dizer, agora nós somos viris, fortes, cheios de muitos fluídos que terminam em "terona" e nos dão tudo o que precisamos para fazer uma mulher feliz em qualquer cama. E até mesmo em mesas, tapetes, paredes, bancos, sofás, bidês, gramados, praças, elevadores, corredores, escadas, carros, postos, cassinos, praias, florestas, montanhas, chuveiros, banheiras, armários, cozinhas, salas, cantos entra muitos outros. Bom, o negócio é que me preocupo em relação as relações. No começo a coisa é mais um demonstrativo do que ela poderá ter, uma degustação do melhor prato. Como um vendedor dando a melhor dose de sua droga ao viciado, que deve ficar loucão com ela e delirar para depois voltar implorando por mais e receber uma dose misturada com qualquer coisa apenas para manter o vício.
Não, não quero depreciar meu sexo ao longo de uma relação, mas como tenho o maldito costume de sempre que possível começar uma boa relação, acho uma merda as vezes ter que manter o nível mesmo já estando sem vontade alguma. Quer dizer, eu sou homem, eu gosto de pegar, apalpar, amassar, morder etc. Não quer dizer que só pode fazer um pouco disso eu queira começar algo que deva terminar em grandes doses de gritos loucos, arranhões, e muito suor. As vezes é um carinho safado e nada mais, mas como explicar isso sem parecer que estou querendo deixá-la louca? Sem parecer que estou "judiando" dela? Quer dizer, sou homem, e como homem, o sexo, e bem, o homem e sexo e pá... não, tira a pá fora, põe o pinto, né? Está quase implícito na mente delas que somos sexo. Isso, nós SOMOS o sexo. Não podemos falhar, não podemos cometer erros na cama. Essa é a nossa saga. a missão do homem. Afinal, elas contam para as amigas, tudo, tenho certeza que contam. Não sei, nunca fiquei sabendo por outras, mas é de se supor. Mulheres são tão chegadas quanto os homens com amigos mais íntimos, se eu conto todas as asneiras possíveis, por que elas não contariam? A diferença é que elas fofocam muito mais, e isso da uma boa diferença, uma conta pra outra, que conta para a prima, para a cunhada, para a tia e bla bla bla... foi a reputação de um bom homem que naquele dia não estava disposto a se consentrar no "trabalho" que tinha pela frente (ou por trás, não sei... hehehhe).
Não, eu ainda não fui esse homem, estou escrevendo justamente por que tenho essa certa pressão em cima de mim (ui). Imagino que sim, ela, seja ela quem for (falo pro todos [suponho]), conte para suas amigas as coisas íntimas e algumas maldições que eventualmente podem nos ocorrer.
Tá, o negócio de contarem não é o ponto... eu tava viajando agora nas formas... essa coisa toda de sexo... sexo já é uma palavra machista. Acho que nenhuma palavra veio do latim, mas do mandarim. Mandarim, no começo, os simbolos era um desenho mais rápido e abstrado das coisas que eles representavam. Então por exemplo. Peito, temos o P que lembra claramente o busto de uma mulher normal visto de perfil. Bunda, de uma vista superior poderíamos supor que é o belíssimo traseiro de uma (olha que engraçado) Brasileira (sacou? haha!). Por tanto, sexo provavelmente é uma palavra inventada por um homem, que lembrou no S as curvas de uma mulher. Ao menos pra mim, o S foi ensinado sempre tendo a curva de cima pouco menor que a debaixo, lembraria bem a silhueta de uma mulher. Clari, se as curvas forem de tamanhos iguais, não sei se os peitos que são enormes ou os quadris minúsculos.
Se o sexo já tivesse sido pensado pelas mulheres, provávelmente seria Texo. O T como uma espada pronta para ser cravada. A rigidez implícita das curvas infinitas fazem do T um sinônimo de masculinidade, de virilidade e literalmente, dureza. Que mulher quer mais que isso?
terça-feira, dezembro 16
fotos
Estava olhando fotos essa noite... Tive saudade daquela que ultimamente me da equilíbrio e mantem minha cabeça e peito no lugar e comecei a olhar fotos. Buscando uma leve distração da inevitável aperto que começava a coçar por dentro.
Funcionou na medida do possível. Até mesmo agora, que escrevo e deveria estar focado em idéias a serem vomitadas pelos meus dedos, continuo com aquele apertinho num canto do peito que me diz que saudade também é preocupação.
Uma das fotos eu estou com cabelo no seu maior volume já registrado por cameras fotográficas. Analógicas, daquela com filme de 36 poses onde sempre uma ou outra saía errado.
Está a praia no fundo, belíssima, de azul desde calcinha até o marinho. Próximo as pedras, meu corpo coberto com uma leve camiseta verde e preta, logo em cima, uma cabeleira de dar inveja em qualquer calvo ou careca. Acredito, dois quilos de pura massa capilar. O vento sopra contra ela e deixa mais despenteada e feia do que já era, o cabelo tem certa vida quando tocado pelo vento.
Lembro como se fosse agora, o vento, a pose, as pessoas pedindo pra parar de saltar sobre os rochedos e deixar que tirem uma foto. Finalmente concordando, parei, resvalei um pouco em minhas hawaianas que já estavam imundas e quase soltando as tiras do buraco central. Olhei mais acima da encosta, aonde a família caminhava e parei por um instante. Fixei o olhar para próximo deles, num ponto atrás, de modo que ficasse com a cabeça para aquele lado, mas ao mesmo tempo, voando em idéias minhas sobre os rochedos e os mares.
A outra foto eu tenho um bonito cabelo mediano. Não é curto, arrepiado, é um cabelo que me agradava. Na ocasião, estava explodindo de alegria e cerveja. Casa do Gian, a felicidade toda, a combinação das coisas que mais adorava naquele instante, a sempre loira, cerveja, que devo admitir, começo a me preocupar com tal emoção, e os velhos e sábios companheiros de guerra. Estava ótimo... na foto eu não consigo traduzir toda a alegria que lembro ter.
Uma outra, mais sombria, me lembrou muito o tempo negro que todos temos. Um vulto no meio da multidão, aquela solidão que vem te puxar os pés na hora de dormir. O tempo em que uma brasa de cigarro era a única companheira de viagem. Seja sob esse céu ou a dois mil quilômetros daqui. A solidão era idêntica. Em meio aos sorrisos, as bobagens, as brincadeiras de bom e mau gosto, ao meio dia, durante todo o dia, desde cedo até entardecer, sempre. A solidão era a mesma. Lembro que era como... como...pular de um trapiche para a água não tão rasa. Tu sabe que pode ser muito fundo, mas sabe que pode ser muito raso. Não vê o fundo, apesar de saber que existe e vai tateando com o pé até o fundo, assim consegue uma base para voltar a subir. A única coisa é que nunca se sabe se o chão estará ou não ali no momento em que tu precisar.
Eu não procurei mais fotos. Achei que a última, tamanha lembrança, aquele cheiro de lembrança, me fez um pouco bem. Assim, posso lembrar também, o quão bom é, não se sentir mais só. Ver a graça besta de uma criança e conseguir rir sozinho. Cuidar como o passarinho pula ao invés de caminhar e rir da cara do palhaço. Olhar desenho sem ficar sério.
Tinha esquecido que igualmente com o corpo, as memórias são importantes para os sentimentos. Assim como adoro lembrar todo o dia o quão bom é não estar com nenhuma parte do corpo machucado ou incapacitado, é bom pensar da mesma maneira com o peito, com o que alguns chamam de alma, eu chamaria de... claro. Chama.
Funcionou na medida do possível. Até mesmo agora, que escrevo e deveria estar focado em idéias a serem vomitadas pelos meus dedos, continuo com aquele apertinho num canto do peito que me diz que saudade também é preocupação.
Uma das fotos eu estou com cabelo no seu maior volume já registrado por cameras fotográficas. Analógicas, daquela com filme de 36 poses onde sempre uma ou outra saía errado.
Está a praia no fundo, belíssima, de azul desde calcinha até o marinho. Próximo as pedras, meu corpo coberto com uma leve camiseta verde e preta, logo em cima, uma cabeleira de dar inveja em qualquer calvo ou careca. Acredito, dois quilos de pura massa capilar. O vento sopra contra ela e deixa mais despenteada e feia do que já era, o cabelo tem certa vida quando tocado pelo vento.
Lembro como se fosse agora, o vento, a pose, as pessoas pedindo pra parar de saltar sobre os rochedos e deixar que tirem uma foto. Finalmente concordando, parei, resvalei um pouco em minhas hawaianas que já estavam imundas e quase soltando as tiras do buraco central. Olhei mais acima da encosta, aonde a família caminhava e parei por um instante. Fixei o olhar para próximo deles, num ponto atrás, de modo que ficasse com a cabeça para aquele lado, mas ao mesmo tempo, voando em idéias minhas sobre os rochedos e os mares.
A outra foto eu tenho um bonito cabelo mediano. Não é curto, arrepiado, é um cabelo que me agradava. Na ocasião, estava explodindo de alegria e cerveja. Casa do Gian, a felicidade toda, a combinação das coisas que mais adorava naquele instante, a sempre loira, cerveja, que devo admitir, começo a me preocupar com tal emoção, e os velhos e sábios companheiros de guerra. Estava ótimo... na foto eu não consigo traduzir toda a alegria que lembro ter.
Uma outra, mais sombria, me lembrou muito o tempo negro que todos temos. Um vulto no meio da multidão, aquela solidão que vem te puxar os pés na hora de dormir. O tempo em que uma brasa de cigarro era a única companheira de viagem. Seja sob esse céu ou a dois mil quilômetros daqui. A solidão era idêntica. Em meio aos sorrisos, as bobagens, as brincadeiras de bom e mau gosto, ao meio dia, durante todo o dia, desde cedo até entardecer, sempre. A solidão era a mesma. Lembro que era como... como...pular de um trapiche para a água não tão rasa. Tu sabe que pode ser muito fundo, mas sabe que pode ser muito raso. Não vê o fundo, apesar de saber que existe e vai tateando com o pé até o fundo, assim consegue uma base para voltar a subir. A única coisa é que nunca se sabe se o chão estará ou não ali no momento em que tu precisar.
Eu não procurei mais fotos. Achei que a última, tamanha lembrança, aquele cheiro de lembrança, me fez um pouco bem. Assim, posso lembrar também, o quão bom é, não se sentir mais só. Ver a graça besta de uma criança e conseguir rir sozinho. Cuidar como o passarinho pula ao invés de caminhar e rir da cara do palhaço. Olhar desenho sem ficar sério.
Tinha esquecido que igualmente com o corpo, as memórias são importantes para os sentimentos. Assim como adoro lembrar todo o dia o quão bom é não estar com nenhuma parte do corpo machucado ou incapacitado, é bom pensar da mesma maneira com o peito, com o que alguns chamam de alma, eu chamaria de... claro. Chama.
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