Parei de frente para o rio. Era uma ponte de duas mãos para pedestres e mão única para carros.
Havia visto essa mesma ponte na sexta, enquanto caminhava com as bagagens depois de descer do ônibus. Lembro que estava feliz por estar ali, sozinho.
Caminhei até o outro lado e desci pela calçada de madeira logo na margem do rio. Via-se sem nenhuma dificuldade galhos podres, e muito lixo acumulado pelos cantinhos e todo e qualquer lugar que pudesse parar porcaria. Desci as escadas e no ultimo degrau escutei um barulho rápido e rasteiro no canteiro ao lado de meus pés, um lagarto me olha meio assustado, provavelmente pensou: "que diabos esse maluco esta fazendo por aqui em pleno domingo no meio dia?".
Ah, eu estava só caminhando mesmo, olhando um pouco pra fora, nada de mais.
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Parei, olhei aquele lixo todo... lembrei daquele documentário sobre a ilha do lixo, no meio do mar e tal... incrível... parei e pensei naquela velha história do lixo, sabe aquela coisa de por o lixo no lixo e tal? Começo a pensar que isso não adianta merda alguma.
Pensa só. No começo não se juntava o lixo de todo mundo e o lixo ficava na rua, nos arredores das casas, das ruas. Daí claro, pra não deixar feio, resolveram juntar tudo e botar longe dos nossos olhos, mas na real na real, não se faz nada, só se troca de lugar.
Pensei que seria interessante se as coletas de lixo parassem de funcionar e cada um tivesse que dar um destino ao seu próprio lixo. Seria no mínimo, fédido.
Aqui na casa dos Fattori muito, ou quase tudo do que resta de orgânico, vai para a roça. Volta para o solo e no fim acaba ajudando próximas colheitas. Claro, esse tipo de lixo é o único lixo que tem como se reaproveitar facilmente, mas não interessa. Pense que cada terreno ganhe um pequeno pedaço de terra para despejar seu próprio lixo, tipo um puxadinho de terra ao lado de cada casa, nos fundos, sei lá, nos apartamentos, um quartinho do lixo. Imagina só que tri, conviver com nosso lixo, dia a dia, aquele fedor horrível e cada vez mais lixo... com o tempo se chega a brilhante conclusão que é melhor comprar um terrenão só pra por lixo... agora pense que todo mundo ia ter que ter um terreno pra isso...
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Passei pela segunda tempestade de verdade aqui em Três Coroas. O rio sobe de verdade, vem agua e barro na casa de todos os ribeirinhos e muita gente perde a casa em deslizamentos de terra. Incrível, segundo a Sra. Fattori isso não acontecia seguido assim a muitos anos...
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Uns caras passaram e me pediram um crivo. Infelizmente não tinha, até, se tivesse estaria fumando uns tantos de uma vez. Do mesmo, olhei para o lado e vi várias bitucas de cigarro a minha volta e duas ou três carteiras de cigarro já com musgo em cima...
Levantei do banco, e fui comprar um refri de latinha.
Domingo, Novembro 15
Terça-feira, Outubro 27
canhoto
Certa vez eu acreditei na política.
É sério, devia ter uns treze ou quinze anos de idade. Meus pais já tinham um pouco de política em casa, livros, jornais, conversavam a respeito disso as vezes, enfim. Vivi desde de pequeno vendo um pouco disso, de longe.
Lembro das conversas banhadas com cerveja entre meus tios e meu pai. Alguma história velha sobre alguma construção mal orçada, roubos, fraudes públicas, etc... era tão normal falar a respeito disso que acabei gostando da idéia.
Fiz dezesseis e fui pegar minha carteira de habilitação para voto, o título. Confeço que foi a coisa mais besta que já fiz na vida, fora os erros de português que seguidamente posto aqui e uma ligação...
Manhã de sábado, levei os documentos necessários e voltei com o dito cujo. Ia mudar tudo agora, afinal, faria a diferença.
Fazem mais de quatro anos que tenho e uso esse tal título e nunca vi diferença alguma, só uma perda de tempo nos dias de eleição.
Hoje eu desconfio de todos que dizem que me representam, tenho sempre um pé atrás quando vejo alguém com algum cabelo branco e vestido com terno.
Me da repulsa em pensar que tem gente que ainda acredita nessa incrível baboseira populista.
Paro, e penso que número maior de votos apenas define uma quantidade maior de pessoas que foram persuadidas a votar em determinado condidato, simples assim.
Tanto dinheiro com propaganda, muitos experts de marketing, muito dinheiro para papelzinho no chão, santinhos e até cestas básicas. Pra que? persuação, poder de marketing, a mesma idéia utilizada na venda é utilizada nas eleições, isso significa que quem vota, não vota por que pensa, vota por que foi persuadido, até me arrisco a dizer, iludido.
Não tem diferença de candidato, muito menos de rótulo (partido), tudo não passa de balela.
Muita gente pensa que cara que sabe votar vai atrás do histórico dos candidatos, pesquisa a respeito do cara, do partido, etc. Contudo, quem vai fazer isso com todos dizendo ao mesmo tempo (nas épocas de eleição) todas as maravilhas que fizeram? Sempre cobrindo as pessoas?
Primeira correção política. Fim a toda e qualquer propaganda, principalmente em época de eleição. Quem quer saber quem é o cara, que pesquise por conta e descubra. Google, que seje.
Depois de todo o marketing, cheguei a me perguntar se eu realmente sabia votar, afinal, ajudei a fazer do Tarcízio Zimmerman prefeito de Novo Hamburgo (um grande parenteses: contudo... o desgraçado resolveu acabar com o plano de carreira dos professores municipais, o principal incentivo e garantia da classe, ele quer acabar. Não quero entrar nessa discussão, mas o detalhe é simples, ao invés de pensar numa solução, ele corta tudo e pronto para quem entrar, é mais rápido e prático).
Não sei até hoje se sou capaz de identificar um bom candidato, significa que nem eu sei quem eu quero que me represente, talvez alguns amigos meus, os caras que sabem o que eu provavelmente faria, mas assim, um cara com quem nunca tomei cerveja provavelmente não sabe o que eu quero.
Daí, pensando na atual proposta de eleger sempre um desconhecido, pensei que talvez fosse interessante uma prova de aptidão ao voto. Ou seja, tu precisaria ter um mínino de interesse em política e uma boa noção sobre todo o país para poder votar, um provão realizado regularmente para garantir que as pessoas que possuem título de eleitor realmente saibam escolher.
-Mas e a maioria? como fica?
Pôs olha, a maioria que se foda, a maioria também poderá votar se for capaz de provar que sabe.
-Mas eles não vão ter instrução pra isso, não terão chance contra pessoas que tiveram oportunidades melhores.
Exatamente é essa a idéia, não contaminar os eleitores com gente burra. Com todo o respeito, mas, fazer o que. Eles devem apenas confiar que as pessoas que pensam de verdade saibam escolher por elas.
-Mas isso é contra os direitos da maior parte da população!
Negativo, é contra os direitos da população eleger ladrões e safados canastrões que furtam boa parte da grana, pagam viajens "muito importantes" para familiares. Isso é contra os direitos. Voto não é direito, voto é coisa séria pra sair distribuindo de qualquer maneira. Os direitos da população estão errados, estão esquerdos.
É sério, devia ter uns treze ou quinze anos de idade. Meus pais já tinham um pouco de política em casa, livros, jornais, conversavam a respeito disso as vezes, enfim. Vivi desde de pequeno vendo um pouco disso, de longe.
Lembro das conversas banhadas com cerveja entre meus tios e meu pai. Alguma história velha sobre alguma construção mal orçada, roubos, fraudes públicas, etc... era tão normal falar a respeito disso que acabei gostando da idéia.
Fiz dezesseis e fui pegar minha carteira de habilitação para voto, o título. Confeço que foi a coisa mais besta que já fiz na vida, fora os erros de português que seguidamente posto aqui e uma ligação...
Manhã de sábado, levei os documentos necessários e voltei com o dito cujo. Ia mudar tudo agora, afinal, faria a diferença.
Fazem mais de quatro anos que tenho e uso esse tal título e nunca vi diferença alguma, só uma perda de tempo nos dias de eleição.
Hoje eu desconfio de todos que dizem que me representam, tenho sempre um pé atrás quando vejo alguém com algum cabelo branco e vestido com terno.
Me da repulsa em pensar que tem gente que ainda acredita nessa incrível baboseira populista.
Paro, e penso que número maior de votos apenas define uma quantidade maior de pessoas que foram persuadidas a votar em determinado condidato, simples assim.
Tanto dinheiro com propaganda, muitos experts de marketing, muito dinheiro para papelzinho no chão, santinhos e até cestas básicas. Pra que? persuação, poder de marketing, a mesma idéia utilizada na venda é utilizada nas eleições, isso significa que quem vota, não vota por que pensa, vota por que foi persuadido, até me arrisco a dizer, iludido.
Não tem diferença de candidato, muito menos de rótulo (partido), tudo não passa de balela.
Muita gente pensa que cara que sabe votar vai atrás do histórico dos candidatos, pesquisa a respeito do cara, do partido, etc. Contudo, quem vai fazer isso com todos dizendo ao mesmo tempo (nas épocas de eleição) todas as maravilhas que fizeram? Sempre cobrindo as pessoas?
Primeira correção política. Fim a toda e qualquer propaganda, principalmente em época de eleição. Quem quer saber quem é o cara, que pesquise por conta e descubra. Google, que seje.
Depois de todo o marketing, cheguei a me perguntar se eu realmente sabia votar, afinal, ajudei a fazer do Tarcízio Zimmerman prefeito de Novo Hamburgo (um grande parenteses: contudo... o desgraçado resolveu acabar com o plano de carreira dos professores municipais, o principal incentivo e garantia da classe, ele quer acabar. Não quero entrar nessa discussão, mas o detalhe é simples, ao invés de pensar numa solução, ele corta tudo e pronto para quem entrar, é mais rápido e prático).
Não sei até hoje se sou capaz de identificar um bom candidato, significa que nem eu sei quem eu quero que me represente, talvez alguns amigos meus, os caras que sabem o que eu provavelmente faria, mas assim, um cara com quem nunca tomei cerveja provavelmente não sabe o que eu quero.
Daí, pensando na atual proposta de eleger sempre um desconhecido, pensei que talvez fosse interessante uma prova de aptidão ao voto. Ou seja, tu precisaria ter um mínino de interesse em política e uma boa noção sobre todo o país para poder votar, um provão realizado regularmente para garantir que as pessoas que possuem título de eleitor realmente saibam escolher.
-Mas e a maioria? como fica?
Pôs olha, a maioria que se foda, a maioria também poderá votar se for capaz de provar que sabe.
-Mas eles não vão ter instrução pra isso, não terão chance contra pessoas que tiveram oportunidades melhores.
Exatamente é essa a idéia, não contaminar os eleitores com gente burra. Com todo o respeito, mas, fazer o que. Eles devem apenas confiar que as pessoas que pensam de verdade saibam escolher por elas.
-Mas isso é contra os direitos da maior parte da população!
Negativo, é contra os direitos da população eleger ladrões e safados canastrões que furtam boa parte da grana, pagam viajens "muito importantes" para familiares. Isso é contra os direitos. Voto não é direito, voto é coisa séria pra sair distribuindo de qualquer maneira. Os direitos da população estão errados, estão esquerdos.
Segunda-feira, Agosto 24
sobre a burrice, parte 1
Descobri ontem, que a burrice começa na inteligência.
Não me refiro a idéia de diferença e comparação, mas na própria burrice mesmo, quanto mais inteligente mais burro. Não, não me refiro a especialidade de cada um, da idéia de dominar mais um determinado seguimento e ser burro em todo o resto, não, não é essa a idéia. Idéia, aliás, agora sem troço ali. Ideia.
A burrice começou sedo.
Quando se começou a caçar e usar a pele dos animais para se aquecer e usar pedras ao invés dos dentes, ali começou a burrice.
Com o passar do tempo, o ser humano foi se tornando cada vez mais perspicaz, dominante, sempre usufruindo de sua cabeça para obter o que suas unhas e dentes não lhe permitiam.
Os animais seguiram os mesmos, um pouco menos tapados e já compreendiam o perigo que era um humano, uma minhoca de carne que conseguia se mover sem se arrastar.
Tudo isso, se deve a incrível capacidade de raciocínio humano combinado com seu polegar que permite o movimento de uma pinça com os dedos. Isso fez com que se pudesse manusear praticamente todos os objetos de uma maneira minuciosa, logo, usando bem os objetos se poderia criar mais objetos úteis e assim por diante.
Eis a burrice.
A evolução deu cada vez mais ideias ao homem, este foi evoluindo, caminhando mais ereto enfim, emburrecendo.
Chamo de burrice, porque a arma humana, o polegar e o cérebro altamente desenvolvido, permitiu o homem dominar sem nenhuma restrição, permitiu que se usasse tudo a sua volta ao seu favor. Tudo.
Um animal completamente dominante, sem freios, sem nada que possa dete-lo.
É como ter apenas um representante político e não ter direito a voto. Ele pode mandar e desmandar, fazer o que bem entender com a população inteira, definir suas leis e mandar em tudo e todos com quiser, afinal, ele pode. Por que não?
Claro, faz sentido, não? Ficar tão forte que seu poder o cega e sua arrogância o torna mais capaz que todos os outros, isto faz de você o dominador. Burro e cego às necessidades de todos os outros, inclusive a falta de noção de sustentabilidade do seu reino eventualmente acabará implodindo-o.
O negócio é simples, a inteligência humana é o seu próprio conceito de burrice.
Enquanto animais não fazem determinadas coisas por instinto, o ser humano insiste em compreender aquele fato e buscar uma explicação. A informação lhe da mais poder, pois compreendendo o que significa cada coisa, é capaz de usá-las a seu favor, ou seja, ignorar o contexto e o sistema em que o fato se da.
Um ótimo exemplo, o primeiro fogo feito a mão, com toda a certeza foi utilizado para queimar animais e plantas, foi o início da dominação. Nada era capaz de criar o fogo de maneira intencional e utiliza-lo para o que bem entendesse, logo, toda informação se transforma numa arma humana contra todo o resto.
Mas onde está a burrice? Afinal, era uma maneira de se sobreviver, a burrice está na ignorância. No momento em que se garante a dominação e se toma conta do que bem entender, todo o resto começa a desabar lentamente.
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Aquecimento global é burrice é resultado de burrice em massa.
Aquecimento global nada mais é do que o mundo em poder dos humanos por muito tempo. Uma maneira de frear esse problema era simples. Matar humanos. Isso acontecia com frequência a muito tempo atrás, onde doenças reinavam, acabavam com bandos inteiros, a medicina não era avançada o suficiente fazendo com que um corte fosse suficiente para matar alguém. Animais que tinham a chance de matar um humano desarmado não perdiam a chance.
As evoluções fizeram a proteção humana, fizeram os humanos dominar completamente e acabar com suas únicas fraquezas, as doenças, os inimigos invisíveis, as catástrofes naturais. Agora nos protegemos de furacões, terremotos e qualquer boa espingarda da conta de qualquer animal.
Resultado, dominação completa, sem excessão. Nenhum restringimento a não ser seu próprio raciocínio, sua razão, suas leis, seu egoísmo.
A burrice disfarçada de evolução.
Não me refiro a idéia de diferença e comparação, mas na própria burrice mesmo, quanto mais inteligente mais burro. Não, não me refiro a especialidade de cada um, da idéia de dominar mais um determinado seguimento e ser burro em todo o resto, não, não é essa a idéia. Idéia, aliás, agora sem troço ali. Ideia.
A burrice começou sedo.
Quando se começou a caçar e usar a pele dos animais para se aquecer e usar pedras ao invés dos dentes, ali começou a burrice.
Com o passar do tempo, o ser humano foi se tornando cada vez mais perspicaz, dominante, sempre usufruindo de sua cabeça para obter o que suas unhas e dentes não lhe permitiam.
Os animais seguiram os mesmos, um pouco menos tapados e já compreendiam o perigo que era um humano, uma minhoca de carne que conseguia se mover sem se arrastar.
Tudo isso, se deve a incrível capacidade de raciocínio humano combinado com seu polegar que permite o movimento de uma pinça com os dedos. Isso fez com que se pudesse manusear praticamente todos os objetos de uma maneira minuciosa, logo, usando bem os objetos se poderia criar mais objetos úteis e assim por diante.
Eis a burrice.
A evolução deu cada vez mais ideias ao homem, este foi evoluindo, caminhando mais ereto enfim, emburrecendo.
Chamo de burrice, porque a arma humana, o polegar e o cérebro altamente desenvolvido, permitiu o homem dominar sem nenhuma restrição, permitiu que se usasse tudo a sua volta ao seu favor. Tudo.
Um animal completamente dominante, sem freios, sem nada que possa dete-lo.
É como ter apenas um representante político e não ter direito a voto. Ele pode mandar e desmandar, fazer o que bem entender com a população inteira, definir suas leis e mandar em tudo e todos com quiser, afinal, ele pode. Por que não?
Claro, faz sentido, não? Ficar tão forte que seu poder o cega e sua arrogância o torna mais capaz que todos os outros, isto faz de você o dominador. Burro e cego às necessidades de todos os outros, inclusive a falta de noção de sustentabilidade do seu reino eventualmente acabará implodindo-o.
O negócio é simples, a inteligência humana é o seu próprio conceito de burrice.
Enquanto animais não fazem determinadas coisas por instinto, o ser humano insiste em compreender aquele fato e buscar uma explicação. A informação lhe da mais poder, pois compreendendo o que significa cada coisa, é capaz de usá-las a seu favor, ou seja, ignorar o contexto e o sistema em que o fato se da.
Um ótimo exemplo, o primeiro fogo feito a mão, com toda a certeza foi utilizado para queimar animais e plantas, foi o início da dominação. Nada era capaz de criar o fogo de maneira intencional e utiliza-lo para o que bem entendesse, logo, toda informação se transforma numa arma humana contra todo o resto.
Mas onde está a burrice? Afinal, era uma maneira de se sobreviver, a burrice está na ignorância. No momento em que se garante a dominação e se toma conta do que bem entender, todo o resto começa a desabar lentamente.
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Aquecimento global é burrice é resultado de burrice em massa.
Aquecimento global nada mais é do que o mundo em poder dos humanos por muito tempo. Uma maneira de frear esse problema era simples. Matar humanos. Isso acontecia com frequência a muito tempo atrás, onde doenças reinavam, acabavam com bandos inteiros, a medicina não era avançada o suficiente fazendo com que um corte fosse suficiente para matar alguém. Animais que tinham a chance de matar um humano desarmado não perdiam a chance.
As evoluções fizeram a proteção humana, fizeram os humanos dominar completamente e acabar com suas únicas fraquezas, as doenças, os inimigos invisíveis, as catástrofes naturais. Agora nos protegemos de furacões, terremotos e qualquer boa espingarda da conta de qualquer animal.
Resultado, dominação completa, sem excessão. Nenhum restringimento a não ser seu próprio raciocínio, sua razão, suas leis, seu egoísmo.
A burrice disfarçada de evolução.
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